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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

QUEM MORRERIA EM DEFESA DE UMA MENTIRA?

"Um aspecto da questão que muitas vezes é negligenciado em contestações feitas ao cristianismo é a transformação dos apóstolos de Jesus. Aquelas vidas transformadas constituem um sólido testemunho em favor da validade de suas declarações. E como a fé cristã é histórica, se desejarmos investigá-la, teremos que nos apoiar grandemente em testemunhos tanto orais como escritos.

Existem muitas definições de” História “, mas a de que mais gosto é a seguinte: 'Um conhecimento do passado baseado em testemunhos.' Se alguém diz: 'Não penso que está definição seja muito boa', eu pergunto: 'Você acredita que Napoleão existiu? E a resposta é sempre” sim “, " Você já o viu alguma vez? indago. E a pessoa confessa que não. "Então como você sabe que ele viveu?" Bem, a verdade, é que as pessoas estão confiadas em testemunhos de terceiros.

O testemunho tem que ser digno de crédito, senão o ouvinte estará sendo enganado. O cristianismo implica num conhecimento do passado baseado em testemunhos: então devemos perguntar" Será que os testemunhos originais acerca de Jesus eram merecedores de fé?Podemos confiar que os seguidores de Jesus transmitiram com correção o que ele disse e fez?" Creio que podemos. Confio no testemunho dos apóstolos porque, dos doze, onze tiveram morte de mártir, por causa de dois fatos: a ressurreição de Cristo e a sua crença nele como Filho de Deus.

Eles foram torturados e flagelados, e, por fim, tiveram que enfrentar a morte por métodos de execução dentre os mais cruéis. Sim muitas pessoas já morreram por causa de mentiras, mas eles pensavam tratar-se de uma verdade. Ora, se a ressurreição de Jesus não ocorreu, os discípulos sabiam disso. Portanto estes onze homens não somente morreram em defesa de uma mentira- e aqui é que está o X da questão - mas eles sabiam que era mentira. Seria difícil encontrar onze pessoas, na História, que estivessem dispostas a morrer em defesa de uma mentira, sabendo que era mentira.Sempre que os apóstolos escreviam ou falavam, eles o faziam como testemunhas oculares dos eventos...que descreviam.

Os próprios apóstolos tiveram que ser convencidos de que Jesus ressuscitara dentre os mortos. A principio eles não aceitaram. Foram esconder-se (Mc 14.50). E não hesitaram em expressar suas duvidas. Foi somente apos terem obtido evidências plenas e convincentes que eles passaram a acreditar no fato. Houve também o caso de Tomé, que disse que não acreditaria que Cristo surgira dentre os mortos enquanto não pusesse os dedos nas marcas dos cravos. Mais tarde. Tomé iria morrer como mártir, por causa de Cristo. Será que ele estava enganado? Ele deu a vida para provar que não estava. Se a ressurreição de Cristo foi uma mentira, os apóstolos sabiam disso. Estariam eles perpetuando uma tremenda fraude? Esta possibilidade é inconsistente com o que sabemos acerca de suas qualidades morais.

Pessoalmente condenavam a mentira e enfatizavam a verdade. Incentivavam o povo que conhecessem a verdade.A conduta corajosa dos apóstolos, por eles adotados imediatamente após constatado a realidade da ressurreição, torna improvável a suposição de que tudo não passasse de uma fraude. Eles se tornaram corajosos quase que da noite para o dia. Os seguidores de Jesus não poderiam ter enfrentado torturas e morte como fizeram, a menos que estivessem convencidos da ressurreição dele. Os apóstolos passaram pelo teste da morte para provar a veracidade de suas afirmações.Creio e confio em seu testemunho; mais do que no de outras pessoas que conheço hoje, pessoas que não estão dispostas nem a atravessar uma rua para defender aquilo em que acreditam, quanto mais morrer por isso."

Josh McDowell

1 - Pedro - crucificado
2 - André - crucificado
3 - Mateus - morte pela espada
4 - João - morte natural
5 - Tiago, filho de Alfeu - crucificado
6 - Filipe - crucificado
7 - Simão - crucificado
8 - Tadeu - morto a flechadas
9 - Tiago, irmão de Jesus - apedrejado
10 - Tomé - transpassado por uma lança
11 - Bartolomeu - crucificado
12 - Tiago, filho de Zabedeu - morte pela espada"

fonte - Josh McDowell

2 comentários:

Clébio Lima de Freitas disse...

A Paz do Senhor, irmã Márcia.

Que Deus lhe abençoe nesse espaço que é dedicado exclusivamente a Jesus! Li seu comentário em meu blog e agradeço pelas palavras de incentivo.

Att,

Clébio Lima de Freitas

Leonardo G. Silva - BA.; Th.M. disse...

Navalha de Occam:

O que os discípulos ganhariam inventando a história da ressurreição? Açoites, vitupérios, perseguição, ostracismo, relações sociais rotas... Que belo prêmio!

Tudo bem que algumas pessoas chegam a morrer por uma mentira (como é o caso dos muçulmanos), mas o fato é que ninguém morre por uma mentira que sabem que é mentira!

Restam então duas teorias:

Número 1: Os discípulos eram viciados em sofrimento, masoquistas de carteirinha e um dia forjaram uma mentira com o único motivo de serem esquartejados, decaptados, incinerados e crucificados de cabeça para baixo. Chamo essa teoria de "teoria dos discípulos idiotas"

Número 2: Os discípulos estavam realmente convictos da veracidade dos ensinos de Jesus, de sua morte, ressurreição e ascenção, de tal modo que eles se dispuseram prontamente a pregar a nova doutrina mesmo em face das maiores ameaças, perigos e morte. Eles realmente sabiam em quem haviam crido!

Um abraço, Márcia - e obrigado pelo comentário no meu blog.

Leonardo G. Silva - Th.M.
Dono do blog PULPITO CRISTÃO