Sentimos amor, mas realmene conhecemos o que é o amor?O que nos move a sentirmos algo tão profundo por outra pessoa muitas vezes tão diferente de nós?! Não seria Deus? como você pode até negar a existencia de Deus se vc mesmo o sente dentro de vc. Deus é amor! Ele se move em vc por isso vc ama!
Sua palavra, minha direção
meu sonho, minha razão
eternamente cantarei
e teu nome bendirei
meu viver é teu
te pertenço, no meu silencio
retorno ao Pai. Com meus olhos fechados]ver refletir sua imagem em mim!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
O MUNDO É UMA GRANDE COMISSÃO JULGADORA!

Julgam seu caráter e as intenções do seu coração. O nível mais profundo é quando há o veredicto (comentam com outros) e a sentença ( pronunciam o que deveria ser feito ou acontecer com a pessoa em questão ).
A grande comissão julgadora é composta por todo tipo de pessoa e/ou instituições:
Banqueiros: julgam seu caráter pelo o que você tem ou deve, com a crise, hoje, ironicamente teem sido julgados pelos mesmos critérios criados por eles.
Pastores/ Cristãos de determinadas denominações: julgam seu caráter pelo vestir, comprimento dos cabelos, etc. severidade com o corpo que muitas vezes lembra falta de higiene.
Sociedade: julgam por quanto notório você é, pelas esmolas que você dá, pelo seu comprometimento com a salvação do planeta, ou meio ambiente, pelas roupas de “griffe” que você usa.
Muitas vezes o seu coração esta sangrando, entretanto pelo seu vestir, andar, o julgam muito feliz.
Aparência, vaidade, comportamento, postura, intenções do coração julgadas por aquilo que o olho humano pode ver.
Jesus disse: “se teus olhos forem bons...mt 6:22, ou seja, sem trave, sem escamas, com o colírio da compaixão, óculos do amor...!
Julgam o nível de hipocrisia dos outros, se estou na igreja sou julgada como o “hipócrita” que esta na igreja, se não estou sou aquele que faz as coisas erradas por opção mesmo, e isso acreditam alguns me torna o “certo”, portanto estou excluído do “rol dos hipócritas”. Que bom, penso eu!
Para o mundo julgador: hipócrita é aquele que procura fazer o certo, mas não o faz e fazendo o errado esconde-se atrás do certo para parecer alguém que na realidade não é. Mesmo que eu esteja buscando fazer o certo com sinceridade e isso signifique um processo lçongo que se desenvolvera durante minha vida, o mundo não aceitará isso como parte de prova de defesa, porque o pecado que sempre cometo me denunciará (como uma ultima cartada da promotoria). A minha natureza é pecaminosa, argumento, posso, rejeita-la , posso pensar em Deus como um alvo e não como algo inatingível. Jesus me reconciliou com Ele e essa reconciliação é o processo de santidade que pasaremos a vivenciar por toda a nossa vida, rejeitar o pecado não me impede de comete-lo, mas me liberta da obrigação e do prazer de comete-lo, e em arrependimento começo a caminhar.
“o que é nascido de Deus não peca.”1 jo 3:9
“Mas se dissermos que não pecamos fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não esta em nós.” 1 Jo 1:10.
“não peque mais se alguém pecar temos um advogado: Jesus Cristo, o justo”. 1 Jo 2:1.
Parece contraditório? Parece uma concessão?
“Ele conhece nossa estrutura e lembra-se de que somos pó...” salmos 103:14
Por isso sua misericórdia e tão grande ao ponto de não sermos castigados por sua ira, como fogo consumidor da sua santidade em folhas secas que somos.
O pecado pode habitar em mim mas o desejo de pecar ficou pra trás pregado na cruz do calvário junto com as promissórias que me eram contrarias e que Ele pagou com seu sangue.
É por isso que Jesus não veio para julgar o mundo, mas para salva-lo, por que mesmo sendo Deus, Ele se encontrava em forma humana, e não seria por padrões humanos que julgaria, mesmo porque Ele não se encaixava em nenhuma das comissões julgadoras deste mundo, porque lhe faltava o passaporte principal: o pecado. Porque todos pecam, não teem condição de julgar, mas estão sempre atirando as pedras. E isso, por acaso, não é hipocrisia?
Cabo Frio 11 de outubro de 2011.
Marcia Gomes
Acesse:
HTTP:// territoriodosenhorjesus.blogspot.com
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
EU ACREDITO EM DEUS

Se voce acreditar em si mesmo consequentemente acreditará em Deus , pois somos imagem e semelhança Dele, se acreditarmos na ciência, consequentemente acreditaremos em Deus pois ele é o Senhor da ciência (colossenses 2), se acreditarmos em nada, consequentemente acreditaremos em Deus, pois ele criou o mundo do nada, ou seja, em tudo o que acreditarmos , estaremos sendo remetidos ao Deus criador de todas as coisas.Não existe ateísmo existe alguém que não acredita em Deus, mesmo assim continua a crer em alguma coisa.Religião é estrutura, servir a Deus é ler a palavra de Deus e obedece-la, reconhecer nossos erros e caminhar em arrependimento, o pecado sendo um acidente de percurso em nossas vidas.
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sábado, 21 de maio de 2011
ESTRUTURAS

Jesus construiu um imperio sem armas, hoje milhoes de pessoas morreriam por Ele. Então porque foi crucificado? A resposta é simples: Porque declarou-se Filho de Deus!
A humanidade quer seus milagres, amor, cura, compaixão, mas não querem fazer parte desta grande revelação.
Jesus é o Filho de Deus ressureto. Se eu quiser posso resistir a essa revelação e considera-lo apenas um homem que pregou o amor. Mas porque um homem que pregou o amor com tanta clarevidencia poderia ser louco a ponto de se deixar crucificar por causa de uma mentira? Formaria loucos a ponto de doze homens morrerem como martires em defesa de uma mentira?
Quais das suas palavras testificam a sua loucura? Nenhuma. Quais testificam seu amor? Todas.
A humanidade o tempo todo caminha, em todas as direções todos andam por cminhos que os levam as suas casas, trabalho, diversão, amigos, caminham ao encontro de alguem ou a desencontros, então chegou |Jesus que se auto denominou "O Caminho", e para o que há de mais alto, puro e sublime no universo: "DEUS", aonde você encontra a verdade e a vida, e isso mexe com você e abala as suas estruturas.
Marcia Gomes
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Josh McDowell
quarta-feira, 9 de março de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Evangélicos é o grupo religioso menos satisfeito com a vida, aponta estudo


Entre os membros de todas as grandes religiões, as pessoas consideradas “muito religiosas” estão mais satisfeitas com sua vida que a maioria dos “religiosos moderados” ou dos “não religiosos”. Esta conclusão baseia-se em uma análise de 372.927 entrevistas feitas com adultos nos EUA (quadro abaixo) pelo Instituto de Pesquisas Gallup e divulgada no início deste ano. Neste levantamento as principais variáveis demográficas e regionais foram monitoradas.
A pesquisa documenta que os norte-americanos mais religiosos desfrutam de maior bem-estar (satisfação com a vida). Os resultados atuais confirmam que o mesmo padrão persiste dentre todos os grandes grupos religiosos, incluindo também pessoas que não têm identidade religiosa formal.
O grau de religiosidade definido por esta análise baseia-se nas respostas dadas pelos entrevistados a questões sobre a importância da religião em suas vidas e a frequência a reuniões religiosas públicas (sinagoga, templo, igreja etc). Isso dividiu os entrevistados em três grupos: “muito religiosos”, “religiosos moderados ” e “não religiosos”.
Pesquisas anteriores mostraram que a religiosidade está profundamente relacionada à idade, gênero, raça e etnia, região do país em que vive, situação socioeconômica e estado civil. Uma vez que a satisfação também está relacionada com essas variáveis, a análise se mostra mais completa.
Os judeus obtiveram a maior pontuação de um grupo religioso no índice de satisfação, embora mais da metade deles se considerem não religiosos, segundo a pesquisa (quadro acima). Os judeus ficaram em primeiro lugar, com um percentual de quase 70% no “índice de satisfação”, seguidos por ateus/não religiosos/agnósticos, católicos, mórmons, muçulmanos e outras religiões. Protestantes obtiveram o menor índice, com 64,8.
Surpreendentemente, o grupo dos “não religiosos” ficou em segundo lugar na lista. Segundo o Gallup, este grupo, embora pequeno em tamanho, provavelmente inclui pessoas que têm formação religiosa mas atualmente apenas não pertencem a um grupo religioso específico – além dos que se autointitulam ateus e agnósticos.
A pesquisa mostrou ainda o “nível de intensidade” das pessoas quanto à religião. Nesse item os resultados não surpreendem tanto em virtude da conhecida dedicação dos mórmons e dos protestantes em fazer prosélitos.
Uma análise dos números publicados mostra que todos os grupos têm um intervalo de 4 a 6 pontos entre os seus mais e os menos religiosos. O Gallup conclui que “as questões religiosas estão ligadas à satisfação, independentemente da religião que alguém siga”. Um analista do instituto de pesquisas disse ainda que fica claro o aumento de satisfação nos que frequentam com mais assiduidade a sinagoga/igreja/mesquita e podem capitalizar os aspectos sociais dessa participação.
A pesquisa foi realizada entre 2 de janeiro de 2009 e 28 de julho de 2010, numa parceria entre o Gallup e o Healthways, empresa focada em questões de saúde. A amostra aleatória foi de 554.066 adultos dos EUA e sua margem de erro é de 0,5 ponto percentual para mais ou para menos.
Pesquisa revela que pessoas religiosas são mais saudáveis que pessoas sem religião
Os americanos mais religiosos – baseados na presença e quão importante a religião é para eles – foram pontuados com 66,3 no Índice de Conduta Saudável Gallup-Healthways.
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Enquanto isso, americanos não religiosos tiveram 58,3 e americanos moderamente religiosos 60,6 pontos.
O novo relatório, liberado na quinta-feira, é a terceira na série sobre religiosidade e bem-estar nos Estados Unidos. A companhia de pesquisa entrevistou mais de 550.000 adultos, com idade de 18 anos para cima, na primeira metade do ano. No total, a Gallup encontrou que a religião tem um papel na saúde emocional e física.
“Há um número de fatores que podem contribuir para escolhas de estilo de vida mais saudável dos americanos bem religiosos,” afirmou o relatório. “Alguns desses fatores são provavelmente produtos claros das doutrinas religiosas, incluindo regras relatadas para abuso de cigarros e substâncias.”
Somente 14,9 por cento dos americanos bem religiosos fumam comparados com 27,6 dos adultos não religiosos que são fumantes.
Mostrando outras condutas saudáveis, muitos adultos bem religiosos são mais prováveis de comer saudavelmente (68,1) e exercitar-se regularmente (53,3 por cento) comparado com seus parceiros religiosos.
A Gallup apontou, “Em algumas denominações, que a gula e morosidade são considerados dois dos sete pecados mortais, e muitas crenças religiosas desaconselham a bebida e cigarro. A Bíblia indica que o corpo de uma pessoa é o ‘templo de Deus,’ o qual pode por sua vez ajudar a explicar a relação entre religião ortodoxa e certos tipos de consumo de comida.”
A empresa de pesquisa reconheceu que a relação entre saúde e religiosidade poderia ir para outra direção – onde as pessoas que são mais saudáveis são os mais suscetíveis de serem religiosas. Mas ele sugeriu que “a explicação mais parcimoniosa” para os resultados é que “aqueles que capitalizam os resultados sociais e morais de normas e atos religiosos são mais propensos a levar uma vida cheia de escolhas mais saudáveis.”
Os dois primeiros relatórios da série revelaram que os americanos mais religiosos têm os maiores níveis de bem-estar (que são determinados pela avaliação da vida, saúde emocional, saúde física, os comportamentos saudáveis, meio ambiente, trabalho e acesso básico).
fonte: www.gospelmais.com.br
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Enquanto isso, americanos não religiosos tiveram 58,3 e americanos moderamente religiosos 60,6 pontos.
O novo relatório, liberado na quinta-feira, é a terceira na série sobre religiosidade e bem-estar nos Estados Unidos. A companhia de pesquisa entrevistou mais de 550.000 adultos, com idade de 18 anos para cima, na primeira metade do ano. No total, a Gallup encontrou que a religião tem um papel na saúde emocional e física.
“Há um número de fatores que podem contribuir para escolhas de estilo de vida mais saudável dos americanos bem religiosos,” afirmou o relatório. “Alguns desses fatores são provavelmente produtos claros das doutrinas religiosas, incluindo regras relatadas para abuso de cigarros e substâncias.”
Somente 14,9 por cento dos americanos bem religiosos fumam comparados com 27,6 dos adultos não religiosos que são fumantes.
Mostrando outras condutas saudáveis, muitos adultos bem religiosos são mais prováveis de comer saudavelmente (68,1) e exercitar-se regularmente (53,3 por cento) comparado com seus parceiros religiosos.
A Gallup apontou, “Em algumas denominações, que a gula e morosidade são considerados dois dos sete pecados mortais, e muitas crenças religiosas desaconselham a bebida e cigarro. A Bíblia indica que o corpo de uma pessoa é o ‘templo de Deus,’ o qual pode por sua vez ajudar a explicar a relação entre religião ortodoxa e certos tipos de consumo de comida.”
A empresa de pesquisa reconheceu que a relação entre saúde e religiosidade poderia ir para outra direção – onde as pessoas que são mais saudáveis são os mais suscetíveis de serem religiosas. Mas ele sugeriu que “a explicação mais parcimoniosa” para os resultados é que “aqueles que capitalizam os resultados sociais e morais de normas e atos religiosos são mais propensos a levar uma vida cheia de escolhas mais saudáveis.”
Os dois primeiros relatórios da série revelaram que os americanos mais religiosos têm os maiores níveis de bem-estar (que são determinados pela avaliação da vida, saúde emocional, saúde física, os comportamentos saudáveis, meio ambiente, trabalho e acesso básico).
fonte: www.gospelmais.com.br

